Talvez você já tenha tentado pensar positivo, respirar fundo, meditar, entender racionalmente o que estava acontecendo, ignorar as sensações ou simplesmente esperar passar.
E mesmo assim ela volta.
Às vezes como aperto no peito.
Às vezes como respiração curta.
Às vezes como pensamentos que não param.
Às vezes como dificuldade para dormir.
Talvez você esteja agindo apenas sobre o sintoma, e não na raiz de onde a ansiedade surge.
Essas estratégias podem trazer alívio naquele momento.
Mas existe uma diferença entre acalmar o que está aparecendo e compreender o que está por trás daquilo que está aparecendo.
E é justamente essa diferença que muda a forma de olhar para a ansiedade.